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DICIONÁRIO

DE IORUBÁ-PORTUGUÊS E PORTUGUÊS-IORUBÁ

por Síkírù Sàlámì (Bàbá King), Rodrigo Ribeiro Frias e Ìdòwú Àlí

Auxiliar indispensável para o estudo da língua iorubá

  • Mais de 45 000 entradas;
  • Mais de 58 000 definições, muitas vezes apresentadas em contexto;
  • Informações de caráter gramatical, etimológico e cultural, incluindo variações dialetais;
  • Termos de origem iorubá de uso frequente no português do Brasil, aportuguesados de acordo com a pronúncia iorubá;
  • Revisado conforme a Nova Ortografia;
  • Dedeiras que facilitam a consulta;
  • Minienciclopédia de vocábulos da língua escrita e oral relacionados à Religião Tradicional Iorubá, ausentes em outros dicionários.
Referência confiável de conteúdo especializado
Ideal para estudiosos de linguística, religiosos e qualquer pessoa interessada nas influências culturais, espirituais e linguísticas entre o iorubá e o português brasileiro.

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Contamos com três centros principais de distribuição: no Brasil, na Nigéria e na Europa.

O BRAZIL

R$ 240

A NIGÉRIA

₦ 85 000

A EUROPA

50 €

Formato: Capa dura
Páginas: 856
Dimensões: 22 x 14 cm
Ano: 2026
ISBN (BR): 978-85-85336-08-0
ISBN (EU): 978-961-94565-1-4

Prévia do Livro

Sumário

Carta de Apresentação Por Ronilda Iyakemi Ribeiro

O léxico iorubá: de fontes cristalinas a mares profundos Por Rodrigo Ribeiro Frias

Lista de símbolos e abreviaturas utilizadas neste dicionário

Guia para consultar este dicionário

Sumário

Decolonizando o pensamento, a língua, a espiritualidade, a religiosidade e a cultura iorubá Por Rodrigo Ribeiro Frias

Regras ortográficas e linguísticas para a adaptação de termos iorubás Por Maja Mesesnel

Iorubá-Português
Português-Iorubá

Anexos

Algumas noções de gramática

Listas de termos iorubás aportuguesados

Referências

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Justiça Epistêmica

na elaboração deste dicionário bilíngue

Este dicionário foi concebido, compilado e editado com um compromisso fundamentado com a justiça epistêmica em todas as dimensões do conhecimento.

Como editora, afirmo que esta obra não é apenas um repositório lexical, mas uma intervenção na forma como o conhecimento, o significado e a autoridade são distribuídos entre as línguas e seus falantes.

Maja Mesesnel, redatora e editora

Justiça epistêmica decolonial como ferramenta de resistência contra:

definições assimétricas

apagamento cultural

violência da valoração semântica desigual

Esu Figura

CROWTHER, S. A.

A vocabulary of the Yorùbá
language

1843

[...] Quando o cristianismo e o islamismo chegaram à África, buscou-se uma equivalência para o Demônio e para Satã e foi julgada conveniente, como vimos, a escolha de Exu.

Tal escolha não deve ser atribuída a um mero acaso. Exu é um dos pilares de sustentação da cosmogonia e da teologia iorubás. E é a coluna principal do sistema religioso iorubá, com fortes implicações socioculturais, dado ser ele o inspetor das condutas ético-morais.

Destruir este pilar, ou mesmo abalar essa coluna, foi, de fato, uma inteligente estratégia colonialista que, lamentavelmente, perdura ao longo de séculos nos países da diáspora [...]

SÀLÁMÌ, Síkírù (King); RIBEIRO, Ronilda Iyakemi. Exu e a ordem do universe. São Paulo: Oduduwa, 2015.

SÀLÁMÌ, RIBEIRO FRIAS, ÀLÍ

Dicionário
de Iorubá-Português e Português-Iorubá

2026

Desde que Samuel Ajayi Crowther publicou o Vocabulary of the Yoruba Language em 1843 muitas obras associaram Exu ao Diabo cristão.

Quase duzentos anos depois este dicionário é uma das publicações que exaltam Exu como o patrono da ordem, da disciplina e da organização e como o pilar do código ético-moral e dos valores civilizatórios do povo iorubá.

Rodrigo Ribeiro Frias, autor

Ọ̀rọ̀ ẹni là ń gbọ́; ọgbọ́n ẹni là ń mọ̀.

A sabedoria habita as palavras de quem a carrega.

Provérbio iorubá

Sobre os Autores

Síkírù Sàlámì -
Bàbá King

O saber é falar, escrever, fazer o correto.”

Nasceu em Abeokutá, no Estado de Ogum, na Nigéria. Membro de uma importante linhagem real, babalorixá há quarenta anos, é um dos responsáveis pela disseminação dos cultos a orixás como Ifá Orunmilá e pela introdução dos cultos a orixás menos conhecidos, como Iami Oxorongá, Egbé e Ajê, ou até mesmo desconhecidos, no Brasil e em países da Europa, como Espanha, Portugal, Itália e Eslovênia.

Recebeu títulos honoríficos como o de Babá Egbé da Sociedade dos Babalawôs de Abeokutá, entre muitos outros.

Chegou a São Paulo, no Brasil, em 1983 para completar seus estudos acadêmicos. Depois de estudar a língua portuguesa e de se graduar em Administração, realizou o mestrado e o doutorado em Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Atuou como docente do Curso de Extensão Universitária Língua e Cultura Iorubá do Centro de Estudos Africanos da USP. Nesta condição deu início a um amplo trabalho de disseminação de saberes sobre a língua, a cultura e os fundamentos das práticas religiosas do povo iorubá. Em 1988 fundou o Centro Cultural Oduduwa, a Editora Oduduwa e o Oduduwa Templo dos Orixás.

Essas atividades se ampliaram de tal forma que o Oduduwa Templo dos Orixás, hoje com sede em Mongaguá (São Paulo, Brasil), conta com filiais em Pium (Tocantins, Brasil), em Abeokutá (Nigéria), em Liubliana (Eslovênia) e na Galícia (Espanha), além de casas federadas.

Bàbá King publicou obras importantes sobre a tradição e as práticas religiosas do povo iorubá, sozinho e em coautoria. Como pesquisador realiza há quatro décadas trabalhos de campo na Nigéria para estudos e registros fundamentais de itãs, cantigas, rezas e especificidades litúrgicas do culto aos orixás, antes transmitidos apenas por tradição oral.

>> Mais

Rodrigo Ribeiro
Frias

Desejo que este livro favoreça a interlocução, o respeito mútuo e a postura cooperativa entre pessoas comprometidas com a difusão de saberes negro-africanos e afrodiaspóricos.”

Nasceu na cidade de São Paulo, capital do Estado de São Paulo, no Brasil.
Possui graduação e mestrado em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, além de doutorado e estágio de pós-doutorado em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia desta universidade.
Estuda a religião tradicional, a tradição oral, as práticas médicas, mágicas e farmacológicas e a noção de pessoa do povo iorubá, além de temas como religiões africanas e afro-brasileiras, identidade religiosa, colonialidade e decolonialidade.
>>Mais

Ìdòwú Àlí
 

Nasceu na cidade de Okeigbo, no Estado de Ondo, na Nigéria, em uma família notoriamente conhecida por sua dedicação e devoção ao culto tradicional aos orixás. Em sua juventude mudou-se para o Brasil para estudar português e complementar sua formação acadêmica. Formou-se em Ciências Contábeis pela Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro, e, durante seu período no Brasil, lecionou a língua iorubá.
É pesquisador da cultura, da religião tradicional e da tradição oral do povo iorubá. Atualmente reside na Nigéria.
>>Mais

Principais Colaboradores

Editora Oduduwa Brasil

Não exagero ao dizer que a história das religiosas afrodiaspóricas no Brasil tem um marco relevante…
…que nos permite falar em “antes do Babá King” e “depois do Babá King”. A produção cuidadosa e atenta deste Dicionário é um dos marcos desse ponto de mutação promovido por seu idealizador e autor principal, o Babá King, com apoio fundamental de seus coautores e colaboradores.
>>Mais

Dra. Ronilda Iyakemi Ribeiro
Redatora e autora do texto adicional

Este Dicionário é uma contribuição linguística, semântica, histórica e cultural…
– trata-se da mais ampla obra já produzida em seu campo, tanto para estudiosos e pesquisadores do Saber Tradicional Iorubá, quanto para devotos das religiões afrodiaspóricas, que passam a contar com uma referência sólida, de conteúdo abundante e fidedigno, que, de forma inédita, oferece subsídios consistentes para a compreensão de conceitos fundamentais de seu universo sagrado.
>>Mais

Marília Frias
Editora e revisora do português

Centre for Yoruba Traditional Culture Nigeria

Com este dicionário qualquer pessoa pode explorar e aprender a sabedoria de odù Ifá e Ẹ́rìndílógún.”

Abíónà Yàyá Ifáyemí Omolebí
Revisor do iorubá

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur
adipiscing elit, sed do eiusmod tempor
incididunt ut labore et dolore magna
aliqua.”

Olóròdé S. Adésínà
Revisor do iorubá

Oduduwa Europe Publishing House

Um dicionário que fala
culturas.”

Maja Mesesnel
Editora, redatora e autora do texto adicional

Ọ̀rọ̀ tí a bá sọ, kì í padà sí ẹnu.

Uma vez que uma palavra é dita, ela não volta à boca.

Provérbio iorubá

O axé dos orixás habita nas nossas palavras

Qual palavra iorubá
define 2026 para você?

Participe da escolha da Palavra Iorubá do Ano* do nosso Dicionário de Iorubá-Português e Português- Iorubá.

*Na seleção da Palavra Iorubá do Ano de 2026 observamos a linguagem que está moldando conversas online, na vida real, nos diálogos culturais e nas reflexões espirituais.

Palavra Iorubá

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EDITORA ODUDUWA

Preservando e difundindo saberes ancestrais

A Editora Oduduwa nasceu com a missão de registrar, preservar e compartilhar o vasto patrimônio intelectual e espiritual da tradição iorubá e das culturas africanas no Brasil.

Por meio de obras de referência escritas por Bàbá King e outros estudiosos, a editora contribui para que conhecimentos antes restritos ao âmbito oral sejam acessíveis a pesquisadores, praticantes e interessados em todo o mundo.

Cada publicação é fruto de um compromisso com a fidelidade histórica, a valorização da língua iorubá e o fortalecimento das raízes africanas.

DICIONÁRIO

DE IORUBÁ-PORTUGUÊS E PORTUGUÊS-IORUBÁ

por Síkírù Sàlámì (Bàbá King),
Rodrigo Ribeiro Frias
e
Ìdòwú Àlí

Auxiliar indispensável para o estudo da língua iorubá

  • Mais de 45 000 entradas;
  • Mais de 58 000 definições, muitas vezes apresentadas em contexto;
  • Informações de caráter gramatical, etimológico e cultural, incluindo variações dialetais;
  • Termos de origem iorubá de uso frequente no português do Brasil, aportuguesados de acordo com a pronúncia iorubá;
  • Revisado conforme a Nova Ortografia;
  • Dedeiras que facilitam a consulta;
  • Minienciclopédia de vocábulos da língua escrita e oral relacionados à Religião Tradicional Iorubá, ausentes em outros dicionários.
Referência confiável de conteúdo especializado
 
Ideal para estudiosos de linguística, religiosos e qualquer pessoa interessada nas influências culturais, espirituais e linguísticas entre o iorubá e o português brasileiro.

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R$ 240

A NIGÉRIA

₦ 85 000

A EUROPA

50 €

Formato: Capa dura
Páginas: 856
Dimensões: 22 x 14 cm
Ano: 2026
ISBN (BR): 978-85-85336-08-0
ISBN (EU): 978-961-94565-1-4

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Justiça Epistêmica

na elaboração deste dicionário bilíngue

Este dicionário foi concebido, compilado e editado com um compromisso fundamentado com a justiça epistêmica em todas as dimensões do conhecimento.

Como editora, afirmo que esta obra não é apenas um repositório lexical, mas uma intervenção na forma como o conhecimento, o significado e a autoridade são distribuídos entre as línguas e seus falantes.

Maja Mesesnel, redatora e editora

Justiça epistêmica decolonial como ferramenta de resistência contra:

definições assimétricas

apagamento cultural

violência da valoração semântica desigual

Esu Figura

CROWTHER, S. A.

A vocabulary of the Yorùbá
language

1843

[...] Quando o cristianismo e o islamismo chegaram à África, buscou-se uma equivalência para o Demônio e para Satã e foi julgada conveniente, como vimos, a escolha de Exu.

Tal escolha não deve ser atribuída a um mero acaso. Exu é um dos pilares de sustentação da cosmogonia e da teologia iorubás. E é a coluna principal do sistema religioso iorubá, com fortes implicações socioculturais, dado ser ele o inspetor das condutas ético-morais.

Destruir este pilar, ou mesmo abalar essa coluna, foi, de fato, uma inteligente estratégia colonialista que, lamentavelmente, perdura ao longo de séculos nos países da diáspora [...]

SÀLÁMÌ, Síkírù (King); RIBEIRO, Ronilda Iyakemi. Exu e a ordem do universo. São Paulo: Oduduwa, 2015.

SÀLÁMÌ, RIBEIRO FRIAS, ÀLÍ

Dicionário
de Iorubá-Português e Português-Iorubá

2026

Desde que Samuel Ajayi Crowther publicou o Vocabulary of the Yoruba Language em 1843 muitas obras associaram Exu ao Diabo cristão.

Quase duzentos anos depois este dicionário é uma das publicações que exaltam Exu como o patrono da ordem, da disciplina e da organization e como o pilar do código ético-moral e dos valores civilizatórios do povo iorubá.

Rodrigo Ribeiro Frias, autor

Sumário

Carta de Apresentação Por Ronilda Iyakemi Ribeiro

O léxico iorubá: de fontes cristalinas a mares profundos Por Rodrigo Ribeiro Frias

Lista de símbolos e abreviaturas utilizadas neste dicionário

Guia para consultar este dicionário

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Decolonizando o pensamento, a língua, a espiritualidade, a religiosidade e a cultura iorubá Por Rodrigo Ribeiro Frias

Regras ortográficas e linguísticas para a adaptação de termos iorubás Por Maja Mesesnel

Iorubá-Português
Português-Iorubá

Anexos

Algumas noções de gramática

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Ọ̀rọ̀ ẹni là ń gbọ́; ọgbọ́n ẹni là ń mọ̀.

A sabedoria habita as palavras de quem a carrega.

Provérbio iorubá

Sobre os Autores

Síkírù Sàlámì -
Bàbá King

O saber é falar, escrever, fazer o correto.”

Nasceu em Abeokutá, no Estado de Ogum, na Nigéria. Membro de uma importante linhagem real, babalorixá há quarenta anos, é um dos responsáveis pela disseminação dos cultos a orixás como Ifá Orunmilá e pela introdução
dos cultos a orixás menos conhecidos, como Iami Oxorongá, Egbé e Ajê, ou até mesmo desconhecidos, no Brasil e em países da Europa, como Espanha, Portugal, Itália e Eslovênia. Recebeu títulos honoríficos como o de Babá Egbé da Sociedade dos Babalawôs de Abeokutá, entre muitos outros.
Chegou a São Paulo, no Brasil, em 1983 para completar seus estudos acadêmicos. Depois de estudar a língua portuguesa e de se graduar em Administração, realizou o mestrado e o doutorado em Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Atuou como docente do Curso de Extensão Universitária Língua e Cultura Iorubá do Centro de Estudos Africanos da USP.
Nesta condição deu início a um amplo trabalho de disseminação de saberes sobre a língua, a cultura e os fundamentos das práticas religiosas do povo iorubá. Em 1988 fundou o Centro Cultural Oduduwa, a Editora Oduduwa e o Oduduwa Templo dos Orixás.
Essas atividades se ampliaram de tal forma que o Oduduwa Templo dos Orixás, hoje com sede em Mongaguá (São Paulo, Brasil), conta com filiais em Pium (Tocantins, Brasil), em Abeokutá (Nigéria), em Liubliana (Eslovênia) e na Galícia (Espanha), além de casas federadas.
Bàbá King publicou obras importantes sobre a tradição e as práticas religiosas do povo iorubá, sozinho e em coautoria. Como pesquisador realiza há quatro décadas trabalhos de campo na Nigéria para estudos e registros fundamentais de itãs, cantigas, rezas e especificidades litúrgicas do culto aos orixás, antes transmitidos apenas por tradição oral.
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Nasceu na cidade de São Paulo, capital do Estado de São Paulo, no Brasil.
Possui graduação e mestrado em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, além de doutorado e estágio de pós-doutorado em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia desta universidade.Estuda a religião tradicional, a tradição oral, as práticas médicas, mágicas e farmacológicas e a noção de pessoa do povo iorubá, além de temas como religiões africanas e afro-brasileiras, identidade religiosa, colonialidade e decolonialidade.
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Ìdòwú Àlí
 

Nasceu na cidade de Okeigbo, no Estado de Ondo, na Nigéria, em uma família notoriamente conhecida por sua dedicação e devoção ao culto tradicional aos orixás.
Em sua juventude mudou-se para o Brasil para estudar português e complementar sua formação acadêmica. Formou-se em Ciências Contábeis pela Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro, e, durante seu período no Brasil, lecionou a língua iorubá. É pesquisador da cultura, da religião tradicional e da tradição oral do povo iorubá. Atualmente reside na Nigéria.
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Principais Colaboradores

Editora Oduduwa Brasil

Centre for Yoruba Traditional Culture Nigeria

Oduduwa Europe Publishing House

Um dicionário que fala culturas.”

Maja Mesesnel
Editora, redatora e autora do texto adicional

Ọ̀rọ̀ tí a bá sọ, kì í padà sí ẹnu.

Uma vez que uma palavra é dita, ela não volta à boca.

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Cada publicação é fruto de um compromisso com a fidelidade histórica, a valorização da língua iorubá e o fortalecimento das raízes africanas.